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Sou atriz, apresentadora, mestre de cerimônias, publicitária, cantora de banheiro, correntista do itaú, mãe, namorada do Lu, taurina e filha da Cida com o Viola.

sábado, 10 de janeiro de 2009


Balzaquiana

“Diz-se da mulher de aproximadamente 30 anos. O termo refere-se à obra do escritor francês Honoré de Balzac, que escreveu "A mulher de 30 anos". Antes um pouco pejorativo, na época em que a mulher de 30 anos já era considerada "coroa", hoje um rasgado elogio àquelas, que, aos 30, estão na flor da idade, atraentes não só por sua beleza, mas também por se encontrarem na plenitude de sua feminilidade, das conquistas profissionais, amorosas, familiares, financeiras, sociais, etc. Enfim, o apogeu de si própria, o supra-sumo da feminilidade, o equinócio hormonal entre beleza, vivência e independência”. Fonte:
http://www.dicionarioinformal.com.br

Resolvi elucidar a respeito do termo “balzaquiana”, pois eu mesma não sabia sua origem. E ao me tornar um exemplar da categoria, veio o interesse.
Pretendo nas próximas linhas, externar o quanto estou feliz por viver este momento, relatando quantas descobertas idiotas, porém boas, foram feitas exatamente após a minha chegada aos 30.
Sempre que olho pra trás, tenho a sensação de ter perdido tempo. De que poderia ter feito isso ou aquilo antes. Mas logo depois percebo que tudo tem sua hora e que nada acontece por acaso.
Sei que desbravarei lugares e descobrirei coisas até morrer, mas algumas tão sutis vieram numa idade tão plena, resolvida, porém ainda faminta de surpresas, que eu não poderia deixar de aproveitá-las. A maioria das mulheres as descobrem mais cedo.


Então pela primeira vez, aos 30:

Fui a uma cartomante (experiência no mínimo excitante), pintei as unhas de cor escura (antes era só Renda), comecei a usar rasteirinha (por que não fiz isso antes?), comprei pela internet (amei), fiz minha primeira viagem internacional (Paraguai serve?), me formei (hum, isso não foi idiota), fiz curso de artesanato, tatuei o nome do meu filho, tatuei outras coisas também, coloquei silicone e casei todas as minhas amigas encalhadas, agora só falta eu...

Uma amiga me disse:

-- Credo, mas você vai ser uma velha com tatuagem?

E eu respondi:

-- Vou. E você vai ser uma velha sem tatuagem. Credo!


Resumo da ópera

Sou feliz e não deixo de fazer o que tenho vontade, com bom senso e respeitando o espaço dos outros. Minha vida encontra sentido a cada descoberta, a cada desafio, a cada novidade. E não seguindo a retilínea trilha para a qual somos suavemente levados pela sociedade.
Siga seu coração!!!




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